Estudar e executar a iluminação artificial em ambientes é um tema de estudo originado desde os tempos antigos. Essa preocupação ganhou espaço dentro dos cursos de arquitetura a partir do século passado e, hoje em dia, é uma das áreas de maior demanda no ramo da arquitetura. Chamamos esse estudo de luminotécnica, ou light design.

É preciso compreender o espaço no qual será aplicada a técnica, compreender as necessidades humanas de quem utilizará o espaço, sem falar que a luz é essencial para a saúde do indivíduo. Assim como o propósito da arquitetura como um todo, a luminotécnica deve contribuir para o bem-estar do usuário do espaço.
Hoje, com avanços cada vez mais rápidos da tecnologia, o desafio do arquiteto é de acompanhar essa evolução, aliando a modernidade ao bem-estar e, claro, à relação ambiental.

Há outras áreas de mercado que também lidam com a lumintécnica, como os profissionais de iluminação cênica, iluminação urbana ou mesmo o consultor de certificações.

Obter um bom resultado num trabalho luminotécnico é um resultado de vários fatores, entre eles o ambiente, a permanência da pessoa no espaço, o estilo arquitetônico presente na decoração, a interação entre luz natural e artificial, entre outros. Por isso é importante que o projeto seja concebido por um profissional habilitado a compor ambientes que demandam toda essa gama de conhecimentos técnicos.

O arquiteto que domina, entre outras técnicas, a iluminação de ambientes, pode oferecer ao seu cliente um leque maior de serviços, facilitando a vida deste, economizando tempo e dinheiro. Certamente é um diferencial a ser considerado na hora de escolher um profissional da área.

 

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